Você se preocupa com sua escova de cabelos?

Existem inúmeros objetos que fazem parte de nosso dia a dia, porém com os quais nunca nos preocupamos em observar a situação em que se encontram, nós os utilizamos e pronto! A escova de cabelos é um desses objetos, não é mesmo? Ou você lembra quando foi a última vez que substituiu ou lavou a sua?

Não existe um tempo exato para que uma escova de cabelos deva ser substituída, a frequência de substituição vai depender do tipo de material que ela foi fabricada, da quantidade de vezes que foi utilizada, da quantidade de produtos químicos que a pessoa utiliza em seus cabelos, da forma que a utiliza, se com os cabelos secos ou molhados, lavados ou sujos. Enfim, o número de variáveis é grande, porém, como todo o utensílio pessoal ela também tem uma vida útil, a partir do qual passa a ser prejudicial a quem a utiliza.

Geralmente, a única atitude que tomamos em relação à nossa escova de cabelos, após escová-los, é retirar os fios que ficaram emaranhados nela. Entretanto, uma escova de cabelos sendo utilizada indefinidamente, sem ser lavada ou substituída, torna-se um terreno fértil para a formação de bactérias, ácaros e micróbios, também para o acúmulo de gordura e poeira, entre outras coisas que podem ser prejudiciais aos nossos cabelas e à nossa saúde. Por essa razão ela sempre deve ser lavada, observada com cuidado e substituída periodicamente.

Segundo o médico dermatologista americano, Tsippora Shainhouse, “O objetivo de escovarmos os nossos cabelos é para deixá-los com um aspeto bonito, remover os nós e amaciar cada fio”. Porém, ainda segundo ele, “se houver na escova de cabelos um acúmulo cabelos mortos, poeira, gordura, ou outras células mortas entre suas cerdas, elas não deslizarão corretamente entre os fios do cabelo, o que prejudica o ato da escovação”. Associado a isso, os fios de cabelo ainda podem prender-se em restos de cosméticos e shampoos acumulados na escova e quebrarem-se. “Escovas sujas podem fazer com que um cabelo limpo pareça sujo, oleoso e pesado”, complementa o dermatologista.

Se nós raramente lavarmos nossa escova, a cada vez que escovamos nossos cabelos estaremos transferindo a sujeira e as bactérias contidas na escova para o nosso cabelo. Outro problema que pode resultar dessa falta de cuidado com a escova é o fato dos resíduos de cosméticos e shampoos presentes na escova fixarem-se no couro cabeludo, irritando-o, deixando-o vermelho e provocando coceiras.

Pessoas que têm caspa ou seborreia precisam ter cuidados redobrados, o fato de não higienizar a escova com frequência pode potencializar ainda mais os efeitos causados por eles.

Portanto, a melhor forma de manter a eficácia da escova de cabelos e evitar que ela seja um objeto prejudicial à nossa saúde, é remover os cabelos presos a ela depois de cada utilização e lavá-la uma vez por semana. Depois de lavada e seca, utilize um pente para raspar os resíduos ainda presos à ela. O médico dermatologista também ensina que se houver restos de produto seco grudados na escova, o ideal é utilizar um pouco de bicarbonato de sódio, água e uma escova de dentes para removê-los, depois de fazer isso, encha a pia com água morna e mergulhe as cerdas nela algumas vezes para enxaguá-las, agite-a para retirar o excesso de água, e deixe-a secando durante algumas horas.

Quanto à frequência com que a escova de cabelos deve ser substituída, depende da observação visual que devemos fazer nela periodicamente. Ao observarmos desgastes, rachaduras, quebras, problemas nas cerdas ou outros motivos que possam prejudicar nossos cabelos, chegou o momento da troca. Essa troca deve acontecer geralmente a cada seis meses ou um ano.

A eficácia de uma escova também pode ser observada através do resultado obtido em nossos cabelos após a escovação. Se eles ficaram com aspecto de cabelos sujos, ou opacos, isso é um sinal que a escovação não cumpriu sua finalidade. Se você é uma pessoa que gosta tratar bem dos seus cabelos, escovando-os com cuidado após o banho, recomendamos também a leitura do texto “Toalha para cabelo, existe coisa mais prática?“, que publicamos aqui no blog “Lar, Doce Lar”.

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