Aspidistra, uma planta fácil de cuidar e que se adapta facilmente em ambientes com pouca luz

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Se você não tem muita experiência com jardinagem e gostaria de começar a cultivar plantas em casa, talvez uma das plantas mais indicadas para começar seja a aspidistra (Aspidistra Elatior), pois ela possui uma enorme capacidade de sobreviver, nas mais diferentes condições, mesmo com pouca luz e com regas irregulares.


Originária das florestas da Ásia (Japão, Tailândia e China), a aspidistra se popularizou como planta ornamental, tanto na Europa, como na América. Cultivar essa planta entra e sai da moda e costuma ser utilizada principalmente quando o lugar onde ela será plantada não oferece as melhores condições de iluminação.

É uma espécie que exige pouca manutenção, sobrevive com pouca luz, pouca umidade, regas irregulares e mudanças bruscas de temperatura. Além disso, não é tóxica para cães, gatos, ou outros animais domésticos.

É uma planta rústica, de crescimento lento e de porte baixo – cultivada dentro de casa dificilmente ultrapassa os 60 centímetros de altura -, que forma touceiras. Possui folhas grandes, bonitas, alongadas e brilhantes. Costuma florescer nas épocas mais quentes do ano, porém, em vasos, dificilmente floresce.

A aspidistra não gosta de receber sol direto, que pode queimar suas folhas. Isso significa que dentro de casa, pode ser cultivada tanto perto de janelas que não recebam muito sol como também em corredores ou outros ambientes escuros. Devido a sua alta tolerância, ela também pode ser cultivada em jardins ao ar livre, porém, sempre procurando os lugares menos ensolarados.

Mesmo não sendo muito exigente quanto à rega regular, deve-se tomar cuidado com a rega exagerada, pois isso pode apodrecer suas raízes, matando a planta. Por isso, seus vasos também devem ter uma boa drenagem. Os vasos autoirrigáveis são excelentes para essa planta, pois eles mantém a drenagem na medida certa. Leia também a texto “10 motivos para usar vasos autoirrigáveis“, que publicamos aqui no blog “Lar, Doce Lar”.

Ela pode ser fertilizada com qualquer fertilizante para folhagens e apenas uma ou duas vezes ao ano.

Por ser uma planta perene e possuir folhas grandes, ela tende a acumular poeira sobre elas, para resolver isso, basta passar um pano úmido sobre suas folhas, que devem ser retiradas quando estiverem mortas ou secas. A cada 3 anos ela pode ser desmembrada e replantada em outros vasos, renovando o substrato que a mantém.


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