Você sabe qual o tempo de decomposição do lixo que você gera?

A natureza do nosso planeta é profundamente agredida permanentemente pelo homem. São muitas toneladas de lixo, provenientes de diversos lugares, como casas, escritórios, indústrias, bares e restaurantes, hotéis, hospitais… Enfim os rejeitos gerados pela sociedade são um dos principais problemas da era moderna. A concentração da população nas metrópoles agrava ainda mais esse problema, pois as áreas disponíveis para depositar todo o lixo estão se tornando cada vez mais escassas.

Infelizmente, no Brasil, a maior parte do lixo recolhido nos centros urbanos ainda é simplesmente descartada na natureza, sem qualquer cuidado ou tratamento, nos depósitos existentes nas periferias das cidades para esse fim, ou são até mesmo descartados em qualquer lugar por incompetência ou falta de fiscalização por parte das autoridades, onde se decomporão agredindo o meio ambiente de forma avassaladora.

Ainda existe o lixo que é descartado inescrupulosamente nos oceanos, ou levado até eles pelos rios, destruindo a flora e a fauna marinha e colocando em risco muitas espécies.

Muitas cidades têm regras para o descarte do lixo, principalmente os mais perigosos, como o hospitalar, por exemplo, mas ainda falta muita consciência ecológica e é muito comum encontrar esse tipo de lixo misturado ao lixo doméstico.

A discussão de um melhor aproveitamento para o lixo no nosso país já está atrasada, deveria ter sido iniciada há muitos anos. Existem muitas iniciativas nesse sentido, porém, a maior parte delas muito tímidas ou pouco divulgadas.

Veja abaixo os tempos estimados para decomposição de alguns materiais geralmente descartados em nosso lixo. Esses tempos são estimados por entidades e órgãos públicos especializados em coleta e tratamento e podem variar para menos ou para mais, dependendo da forma e das condições de descarte, porém servem como referência para entendermos a durabilidade de cada material em contato com a natureza. A durabilidade de alguns desses materiais é assustadora.

  • Fio de náilon (utilizado em linhas de pesca) – 600 anos
  • Tecido de náilon – de 30 a 40 anos
  • Tecido de lã – de 10 a 20 anos
  • Tecido de algodão – 1 ano
  • Garrafas PET – 450 anos
  • Fraldas descartáveis – 450 anos
  • Latas de alumínio – de 80 a 200 anos
  • Latas de ferro – 50 ano
  • Copos plásticos descartáveis – 50 anos
  • Solas de borracha – de 50 a 80 anos
  • Couro – 50 anos
  • Filme plástico – de 20 a 30 anos
  • Sacola plástica – de 20 a 40 ano
  • Ponta de cigarro (filtro) – de 1 a 5 anos
  • Madeira compensada – de 1 a 3 anos
  • Jornal – 6 semanas
  • Papelão – 6 meses
  • Cascas de frutas – de 2 a 5 semanas
  • Papel toalha – de 2 a 4 semanas
  • Isopor – 400 anos
  • Tampa de garrafas – 150 anos
  • Chicletes – 5 anos
  • Embalagens longa vida – 100 anos
  • Garrafas de vidro – um milhão de anos

 
Se esse assunto é uma de suas preocupações ou despertou o seu interesse, aqui no blog “Lar, Doce Lar” publicamos alguns textos que acreditamos poderão ser muito úteis para lhe ajudar a fazer a sua parte, tanto reciclando, como descartando da forma correta, portanto sugerimos sua leitura.

Além desses textos existem muitos outros sobre esse assunto, aqui no blog e em outros locais da Internet, pesquise, informe-se, divulgue, faça sua parte, pode ter certeza que a sensação de dever cumprido é indescritível.

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