Adotei um gato, e agora? Veja o que fazer

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“Adotei um gato, e agora?” Em primeiro lugar, parabéns! Você terá mais amor e alegria em seu lar com o novo amigo. Mas antes de correr para comprar roupinhas e acessórios no pet shop de luxo, alguns cuidados são fundamentais.

O que fazer em primeiro lugar? Qual alimento ele consome? Quais as vacinas fundamentais? Essas e outras questões estão entre as mais comuns entre quem acaba de adotar um gatinho.

Especialmente se for a primeira vez. Se este é o seu caso, fique calmo, porque este post irá te ajudar.

Reunimos dicas muito importantes sobre o que fazer para que o gato tenha a melhor adaptação ao novo lar. Confira!

Adotou um gato? A primeira coisa é levá-lo ao veterinário

O primeiro passo é levar o pet imediatamente ao veterinário. Se possível, antes mesmo de levá-lo para casa.

Mas caso não seja possível , agende uma consulta o quanto antes. Pode parecer uma informação óbvia. Contudo, muitas pessoas negligenciam essa etapa que é muito importante para a saúde do animal.

Porque a avaliação do profissional irá verificar se o gatinho tem algum ferimento, infecção ou doença que precisa ser tratada.

E se você tem outros animais em casa, principalmente gatos, é fundamental que o novo gato adotado faça testes de FIV e FeLV. Elas são a AIDS felina e Leucemia Felina, respectivamente.

Ambas as doenças são muito graves e demandam cuidados específicos para a melhor qualidade de vida do animalzinho.

Ah e não se esqueça das vacinas! Elas vão garantir a prevenção contra doenças em seu gatinho. Converse com o veterinário sobre as doses indicadas para o seu animal.

Pense na alimentação adequada do seu novo pet

O seu gatinho adotado precisa de uma boa alimentação. Caso seja um filhote, compre leite próprio para alimentar gatos. Portanto, nada de leite de vaca, ok?

Se o gatinho for recém-nascido, o ideal é buscar uma gata para que seja mãe de leite. Converse com amigos, familiares ou grupos de adoção sobre fêmeas que tenham tido filhotes recentemente.

Mas cuidado com a saúde de ambos. Por isso o reforço em levar o animal inicialmente ao veterinário.

Se o gatinho já come ração seca, escolha alimentos de boa qualidade. Evite ração que tenha corante, pois elas podem ocasionar problemas na pele e até nos órgão internos dos animais.

O sachê é outra alternativa saudável para alimentação do gato adotado. Todavia, sempre alterne com a ração seca.

Castração e medicação

Muito se fala que a castração é um ato de amor. E isso é verdade, porque ela evita a reprodução indesejada e deixa o animal mais tranquilo e saudável.

Os benefícios da castração são inúmeros para os gatos. Com ela, o pet macho não demarca o território com a urina.

E para ambos os sexos, a necessidade de sair para acasalar é cessada.

Por fim, a castração deve ser feita nos filhotes a partir dos seis meses de idade. Porque é nessa idade que eles atingem a maturidade sexual e estão propensos à procriação.

“Adotei um gato e possuo outros, e agora?”

Gateiro que é gateiro segue a tendência de ter mais de um animal em casa. Por ser sensível ao seu ambiente, um gato precisa se adaptar aos poucos à nova rotina.

Porque a chegada de um pet novo pode ser desgastante, tanto para o recém-chegado quanto para os antigos moradores.

Então a dica é ir com calma. Cada gatinho tem sua própria personalidade e tempo para adaptações.

Assim, para adaptar um gato adotado no novo lar você deve:

  • Preparar um ambiente seguro: separe um cômodo da casa para que o novo gatinho fique tranquilo até começar a se adaptar. Coloque pote de comida, água, caixa de areia e brinquedos para ele se sentir bem;
  • Não apresente o novo morador imediatamente: inicialmente não deixe que os gatos tenham contato visual, porque isso pode causar estresse;
  • Acostume com o cheiro: os gatos residentes devem começar a se adaptar ao cheiro do gato novo. Então faça bastante carinho no gatinho residente para ficar com o cheirinho dele nas mãos e leve ao novo adotado. E depois vice e versa;
  • Primeiro contato: depois de alguns dias, faça o primeiro contato visual. É normal que eles tenham reações agressivas, por isso devem ficar longe fisicamente até se acostumarem;
  • Tenha paciência: cada gato tem o seu tempo de adaptação, então todas as etapas precisam ser feitas com paciência e cuidado para evitar brigas entre os pets.

Nessa última etapa, também pode seguir outras dicas, como colocar a alimentação de todos os gatos no mesmo ambiente e brincar com todos ao mesmo tempo.

Lembre-se que essa adaptação pode demorar até 90 dias. Por isso tenha calma e respeite o tempo de cada gatinho.

Mas depois tudo vira festa, porque quando os gatinhos se adaptam, dificilmente desgrudam um do outro!

O que fazer quando se adota um gato e se tem cães?

Por outro lado, se você tem cães em casa, esse processo de adaptação com o gato é diferente.

No caso de ter cães filhotes e cães adultos e adotar um gato é sinônimo de dúvidas. Porque é impossível prever qual será a reação dos pets com essa novidade.

Por isso, faça a apresentação dos animais em um ambiente controlado e sem acesso à rua. Inicialmente, deixe o cão preso no canil, ou atrás da porta, e deixe-o cheirar o gato, enquanto você segura no colo.

Incentive e faça carinho em ambos os pets e caso necessário, peça ajuda para alguém segurar um dos animais.

Durante o processo de adaptação, não deixe cão e gato sozinhos no ambiente. Faça interações do cachorro com o gato novo, sempre com supervisão.

Se preciso, mantenha o cão na coleira por um tempo. Para que ele não avance e assuste o felino, deixando o processo mais difícil.

Dê atenção e muito carinho para ambos os pets, sem aplicar punições. Com o tempo o cenário será outro e eles poderão ser grandes amigos.


Coloque tela na casa. O ideal é criar o gato sempre indoor

Mesmo que a natureza dos gatos seja fã das famosas voltinhas, é preciso ressaltar a importância de criá-los sempre indoor. Ou seja, sem acesso à rua.

Porque a rua representa perigos para o pet, com risco de atropelamentos, brigas com outros animais ou ser ferido por ação humana. Inclusive com grandes riscos para vida do animalzinho.

Além disso, a criação indoor proporciona mais saúde e qualidade de vida para os gatos. E eles podem chegar até mesmo ao dobro da idade, se comparado aos animais que têm acesso à rua.

Por isso, o ideal é colocar telas em todas as saídas da casa, como portas, janelas e sacadas.

Seja em casa ou apartamento, a proteção evita que o animal fuja e se exponha aos perigos do ambiente externo.

Porque essas atitudes salvam a vida do seu gato e promovem mais proteção para ele.

Proporcione um lugar para ele viver feliz

“Se o gato for criado somente em casa, ele pode ficar estressado”. Essa afirmação não deixa de ser correta, mas a grande dica é proporcionar um ambiente feliz a ele!

Gatos amam lugares altos para observar o ambiente. Então tenha móveis e prateleiras para que eles possam subir e ficar em seu refúgio favorito.

Outro item essencial para o gato é o arranhador. Os pets amam afiar suas garrinhas nesses objetos.

E se você não tiver em casa, ele irá procurar o sofá, a cama, estante para isso, o que pode ser um transtorno.

E sempre faça Brincadeiras e joguinhos para estimular o físico e o mental do seu filho de quatro patas. Na internet existem diversos tutoriais.

Conclusão

Agora que você adotou o gato e conhece todos os cuidados para o seu bichano se adaptar e ser feliz no lar, aproveite as dicas desse artigo e ponha em prática.

E vale lembrar que, mesmo que os gatos sejam fãs da caixa de papelão, uma caminha bem confortável faz toda a diferença para ele.

As que têm formato de toquinha permitem o conforto e a privacidade que a sua natureza precisa. E se você tem mais de um gato em casa, cada um deve ter a sua caminha e assim evitar disputas no ambiente.

Desta maneira, o seu novo gatinho terá conforto, amor e muita diversão no novo lar!


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